segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Angra-Paraty


João Pedro Abussamra

Ao chegar a Angra para realizar o estudo do meio, fui visitar a usina nuclear. A usina não era tão grande como eu imaginava, mas era bem estruturada e parecia ser bem tecnológica.

Na usina havia várias imagens mostrando como ela funcionava e todos os procedimentos dos funcionários para trabalhar. O que mais me impressionou foi a forma com que era feita a segurança do local. Havia vários centros de segurança de segurança para preservar ao máximo a usina, pois energia nuclear é altamente perigosa por causa da força que é contida dentro dela.


A cidade de Paraty é a cidade mais estranha que eu já conheci, ela não é pavimentada com asfalto, nas calçadas e nas ruas há pedras e, quando a maré sobe, invade as ruas com água do mar. No início da formação da cidade, em 1667, não havia esgoto, então as pessoas colocavam as fezes e a urina nas calçadas para que, quando a maré subisse, as levasse. Mas, após algumas décadas, a Prefeitura comprou um serviço terceirizado para levar as fezes e a urina, as pessoas não as deixam mais nas calçadas. Isso fez com que a cidade ficasse mais limpa e como consequência houve uma melhora na qualidade de vida dos moradores e um aumento do turismo na região.

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