quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Severinos na Paulista


Nicola Pinelli

O que seria do homem com sua solidão intrínseca?
Ajoelhado sobre o chão de concreto, marginalizado pelos patrões por uma mentalidade individualista.
No olhar do homem negro se vê a esperança de seu povo, que um dia o mesmo deixou para se infiltrar nas raízes da cidade grande.
Seu refúgio é a sombra de uma árvore, que, como uma mãe, a mãe natureza o abraça sem nenhum preconceito.
E o mundo como uma roda gira, e dentro desta roda a história de um cidadão que sofre com uma existência sem dignidade.

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